O primeiro dia do ano em Tóquio

01.01.2018

Com o primeiro dia do ano chegando ao fim em Tóquio, o Direto do Japão convidou três artistas para apresentar imagens marcantes da data.

 

Carlos Kato e a festa

Residente no oeste de Tóquio, Carlos Kato fez como os japoneses e aproveitou as primeiras horas do dia para fazer o hatsumode, a primeira visita ao templo/santuário, uma forma de agradecer as bênçãos recebidas no ano que se encerrou e fazer novos votos e preces. A visita tem muito em comum com as quermesses brasileiras. Kato foca neste aspecto lúdico do momento, com suas comidas de rua e crendices, como o daruma, o boneco em forma de monge cujos espaços dos olhos estão em branco. O fiel pinta um deles quando faz o pedido e o outro quando a graça é concedida.

 

Ivan Nozaki e a fé
No Japão desde 2004, o designer gráfico se mudou para a capital japonesa faz apenas cinco anos. Nozaki tem uma ligação muito forte com suas origens. Neto de japoneses, ele visita todos os anos o santuário xintoísta do seu bairro no município de Nakano, oeste de Tóquio. Nas imagens, capturadas em locais e horários diferentes, Nozaki foca na manifestação da fé dos japoneses.

 

Roberto Maxwell e os espaços vazios

Formado em cinema e dedicado ao jornalismo, Roberto Maxwell é editor do Direto do Japão. No país faz 12 anos, Maxwell focou nos espaços vazios da megalópole. Com 37 milhões de habitantes em sua Região Metropolitana, a capital japonesa é a maior aglomeração urbana do mundo. Grande parte dessa população vem de diversas partes do país e costuma retornar para suas províncias nas festividades de fim de ano. Assim, áreas da cidade que costumam ficar lotadas durante o ano todo, como os subterrâneos da estação Tokyo, se tornam imensos espaços vazios.

 

 

 

 

 

 

Compartilhe no Facebook
Compartilhe no Twitter
Please reload

Notícias Recentes
Please reload

Arquivo
Please reload

Procurar por tags